domingo, 14 de janeiro de 2018

Trabalho Final - Vídeo

Trabalho sobre o Vídeo

Sinopse – Contar a história da vida de Malala, a rapariga que ganhou o prémio Nobel da Paz em 2014 por lutar pelos direitos humanos das mulheres e pelo acesso à Educação na sua região, uma vez que no nordeste do Paquistão os talibãs impedem as raparigas de frequentar a escola. Recorrendo a desenhos elaborados por crianças, pretendemos realizar um vídeo “Drawmylife” de modo a transmitir a mensagem de que todos têm o direito de ir à escola e de ter uma educação.

Guião-



   1- O meu nome é Malala, tenho 20 anos, vivo no Paquistão, um pequeno país que se encontra no sul da Ásia, e moro com o meu pai, a minha mãe e os meus dois irmãos.





2- Desde de pequena que oiço o meu pai dizer que é importante aprender, e que todas as crianças devem ir à escola.









3- Na verdade, eu sempre gostei de ir à escola porque é lá onde aprendo coisas novas.





4- Ah e adoooooooro ler!






5- Mas há um problema! Aqui onde moro, as meninas não podem ir à escola. 




6- Isto porque quando tinha 10 anos, um grupo de senhores, que faziam parte de um regime politico chamado Tehrik-i-taliban, mandaram destruir 400 escolas, proibindo que meninas como eu pudessem ir à escola. 




7- Esses senhores são chamados de talibãs e são homens que usam livros religiosos islâmicos, como o Corão e a Suna, para dizer o que podem ou não fazer. 




8- Quando soube desta noticia fiquei muito triste, porque queria tanto aprender! Mas depois tive uma ideia!!! 





9- Então com 11 anos comecei a escrever e a contar o que se passava no meu país para a BBC, que para quem não sabe é um canal de televisão. 




10- Como não queriam que o resto do mundo soubesse o que se passava no meu país, os talibãs tentaram calar-me. 




11- No dia 9 de Outubro de 2012 quando estava no autocarro a voltar da escola, um grupo de talibãs mandou parar o autocarro e perguntou por mim. Eu sem perceber o que se passava respondi, quando perceberam quem eu era, dispararam e tentaram matar-me. 





12- Sobrevivi e continuo a lutar pelo aquilo em que acredito. 





13- Em 2013 dei um discurso nas Nações Unidas e publiquei o meu primeiro livro chamado “I am Malala”. 






14- Em 2014 recebi o prémio Nobel da Paz. Até hoje fui a pessoa mais nova a recebê-lo. 




15-  "Um livro, uma caneta, uma criança e um professor podem mudar o mundo" – podemos colocar uma foto mesmo da Malala com esta frase”





Reflexão- Após a realização do trabalho, achamos que foi bastante produtivo e enriquecedor, uma vez que este trabalho é algo bastante diferente do que fizemos até agora. Foi bastante importante trabalharmos com as crianças, pois percebemos que nem sempre o que temos inicialmente em mente será o resultado final, isto porque as crianças podem apresentar algumas dificuldades, ou até porque podem interpretar o trabalho pedido de uma forma diferente daquela que o grupo imaginou. Contudo achamos que este trabalho deve ser feito num programa à nossa escolha pois tivemos dificuldades em utilizar o Wevídeo, sendo que uma delas foi o facto de ter um limite de armazenamento e dessa forma não conseguimos, colocar certos complementos. 

O vídeo presente no blogue foi realizado noutro programa, pois ao realizarmos o trabalho no programa pedido, utilizámos ferramentas que deveríamos pagar, e por isso não conseguimos fazer o download do nosso trabalho. Não alterámos essas ferramentas, pois sem elas o vídeo não faria sentido, nomeadamente a ferramenta de acelerar o vídeo. 






Video realizado no iMovie
                                   You Raise Me Up Violin Cover - Josh Groban - Daniel Jang

Reflexão Individual Final - Catarina Ferreira

Reflexão Individual

No âmbito da Unidade Curricular de Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação, foi proposta a elaboração de uma reflexão individual acerca da mesma. O objetivo é dar resposta a certos tópicos, tais como as expetativas em relação à disciplina, os contributos da mesma para a formação pessoal, académica e profissional, as aprendizagens significativas e os aspetos globalmente menos conseguidos.
           Confesso que no início do semestre as expetativas em relação a esta UC não eram as melhores, pois para além das tecnologias não serem algo pelo qual revele muito interesse, pensei que fosse muito semelhante a outra unidade curricular frequentada no ano anterior. No entanto, na UC anterior apenas tínhamos aula prática e nesta teríamos duas aulas por semana, sendo que uma seria teórica e a outra prática.
       Durante o semestre, começámos por elaborar um blogue a pares, no qual iríamos colocar posteriormente todos os trabalhos efetuados. De seguida, fizemos várias reflexões sobre temas como a Segurança na Internet, o Jogo, entre outros. Tivemos também a oportunidade de experimentar diversos programas, como o Stripgenerator, o Pixton e o Kahoot, sendo que este último foi um dos que mais gostei. Programas como estes são importantes, pois poderei utilizá-los um dia mais tarde quando lecionar, por serem boas ferramentas para motivar os alunos a aprender de uma forma mais lúdica. Umas das grandes vantagens destes programas é o facto de serem gratuitos, permitindo um acesso fácil.  
No decorrer do semestre, elaborámos ainda algumas atividades de modo a que pudéssemos trabalhá-las em sala de aula: uma delas com base em anúncios televisivos e outras com base no filme “A Maior Flor do Mundo”, de José Saramago. A meu ver a elaboração destas atividades foi muito relevante, pois em todas pretendíamos utilizar tecnologias para desenvolver algum aspeto da Língua Portuguesa.  Por fim, foi-nos pedido que realizássemos um projeto no wevideo sobre uma personalidade importante. Este trabalho permitiu-me aprender a utilizar um programa me era desconhecido, revestindo-se por isso de grande importância. Apesar dos contra-tempos, o resultado do projeto foi o pretendido.
Concluindo, considero que esta UC superou as minhas expetativas, tendo adquirido diversas competências.  Destaco o facto do blogue elaborado, pela sua importância enquanto portefólio digital. Assim, considero que uma UC como esta é de extrema importância na Licenciatura de Educação Básica, tendo em conta que as tecnologias de informação e comunicação estão a revolucionar o mundo em que vivemos, pelo que a escola deve fazer uso das mesmas. Porém, tal como já referi anteriormente, penso que o programa de estudos deve ser revisto, pela semelhança desta UC com uma anterior, o que pode resultar na desmotivação dos alunos. 

Ana Catarina Ferreira
LEB-A

Reflexão individual - Carla Oliveira

Reflexão individual

                Nesta reflexão individual de final de semestre, será explicitado as minhas expectativas em relação à Unidade Curricular, os contributos da mesma para a minha formação pessoal, académica e profissional, as aprendizagens e os aspetos menos conseguidos, assim como irei fazer algumas sugestões para os anos seguintes.

                No início do semestre não tinha grandes expectativas, isto porque achava que esta unidade curricular seria do mesmo género da unidade curricular de Expressões e Tecnologias. Tinha apenas curiosidade para saber porque é que uma UC como esta, onde a base de trabalho são as tecnologias, teríamos a divisão entre as aulas práticas e as teóricas.

                Ao longo do semestre fomos utilizando vários programas como o Pixton, o Kahoot, e outros, que nos enriquecem a nível pessoal como a nível profissional, uma vez que podemos utilizar estes programas mais tarde, quando lecionarmos. O trabalho realizado no Wevídeo também me enriqueceu a todos os níveis uma vez que pude aprender a trabalhar com um programa novo, e fiz um trabalho completamente diferente do habitual, o que me obrigou a superar desafios novos. Nas aulas teóricas também trabalhámos o filme de José Saramago, “A Maior Flor do Mundo”, que achei bastante enriquecedor, isto porque me apercebi que em cada aspeto do filme poderiam ser trabalhadas várias competências. No geral, retiro muitas aprendizagens desta unidade curricular, nomeadamente como o facto de ter aprendido a trabalhar num blogue, pois nunca o tinha feito anteriormente.


                Contudo, acho que esta Unidade Curricular tem o mesmo intuito na Unidade Curricular lecionada no segundo ano a licenciatura, Expressões e Tecnologias. Penso que não deveria existir tantas parecenças entre as duas, isto porque, acho que se perde um pouco a motivação para realizar esta UC, uma vez que já fizemos atividades parecidas no ano anterior, pelo menos foi o que senti. 

Carla Oliveira, 
LEB-A 

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Reflexão Individual - Catarina Ferreira

Atividade 3 - Reflexão Segurança na Internet

No âmbito da Unidade Curricular de Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação (LPTIC), foi proposta a elaboração de uma reflexão individual sobre questões de segurança, privacidade e fidedignidade suscitadas pelas novas tecnologias de informação e comunicação.
Vivemos numa Era onde as tecnologias têm especial impacto e estamos constantemente rodeados por elas. A internet pode ser uma ferramenta muito útil, proporcionando-nos novas formas de aprendizagem e comunicação. No entanto, pode expor-nos a diversos perigos, uma vez que não garante segurança total. A prova dessa falta de segurança são o cyberbullying, os roubos de identidades, entre outros.
 Mas o pior é que temos práticas pouco cuidadas que fazem com que seja cada um de nós o nosso maior inimigo.” (Vasconcelos, 2016). Nós somos um dos principais perigos para nós próprios, quando navegamos na internet, pois partilhamos informação comprometedora. No caso das redes sociais, procuramos expor-nos de modo a impressionar, mas esquecemo-nos que qualquer um com acesso à internet pode ver o que publicamos. Também ao clicarmos em links sem razão, simplesmente por curiosidade ou porque queremos algo de forma fácil, estamos a expor-nos dando “...origem ao saque de dados e à sangra de privacidade.” (Vasconcelos, 2016).  Ao comprarmos diversos produtos, passagens aéreas, entre outras compras, e ao utilizar o homebanking, estamos a proceder à “...entrega de dados e, consequentemente, a partilha de informação relevante a propósito de cada um.” (Vasconcelos, 2016). Todas estas ações acima referidas têm um custo, sendo esse a insegurança.
Outro grande perigo é chamado a Internet das Coisas (ou Internet de Todas as Coisas, Internet of Things, IoT) que “retrata a proliferação de dispositivos que deixaram de estar mudos a partir do momento em que ganharam conectividade.” (Oliveira, 2016).  Hoje em dia, existem diversos aparelhos, como o frigorifico, a televisão, o ar condicionado, entre outros, capazes de estar permanentemente ligados à internet, tendo assim a capacidade de recolher informação sobre aquilo que os rodeia. Por exemplo, a câmara de um computador ou telemóvel pode estar a captar tudo o que estamos a fazer, inclusive ao realizarmos uma chamada de um telemóvel para outro, um hacker pode controlar e recolher todo o conteúdo da conversa. Assim, segundo o artigo, a “Internet das Coisas tem muitos benefícios, mas deve ser usada com algum cuidado” (2016), pois qualquer dispositivo ligado, controlado por uma aplicação, tem, quase certamente, pelo menos um problema de segurança.
Ao realizarmos pesquisas na internet, temos tendência em escolher os primeiros links que nos são disponibilizados ou até mesmo os que apresentam um titulo mais apelativo. No entanto, devemos ter em atenção se a informação contida nesses links é fiável, isto porque existe uma grande facilidade em partilhar informações online, o que provoca o aumento de noticias e conteúdos falsos.
Por outro lado, existem diversas empresas criadoras de software e hardware que visam a cibersegurança. Os adblockers “são ferramentas criadas acima de tudo para proteger os utilizadores dos anúncios online intrusivos, mas numa análise mais abrangente sempre foram ferramentas para proteger a privacidade daqueles que navegam pela internet.” (Ferreira, 2017). Também a Google, em conjunto com a Deco Proteste, lançou uma iniciativa intitulada NET Viva e Segura, com o objetivo de promover uma maior segurança na Internet e sensibilizar para a importância de proteger a privacidade dos utilizadores na rede.
Por fim, as crianças são as mais desprotegidas em relação aos perigos da internet. A internet é um grande cúmplice da educação, contudo nem sempre estamos cientes dos perigos que se encontram junto dos mais vulneráveis. Assim, enquanto futuras educadoras/professoras é essencial ensinar às crianças como utilizar as vantagens que a Internet tem para dar, mas também como evitar os perigos que podem encontrar.
Referências

https://www.cncs.gov.pt/a-internet-das-coisas-iot-internet-of-things/

Ferreira, Rui da Rocha (2017), COMO OS ADBLOCKERS TÊM EVOLUÍDO POR FORÇA DOS ACONTECIMENTOS, Online, disponível em https://www.futurebehind.com/adblockers-criptojacking-ghostery/

Oliveira, Pedro Miguel (2016), Quem vigia a Internet de Todas as Coisas?. Online, disponível em  http://exameinformatica.sapo.pt/opiniao/2016-11-16-Quem-vigia-a-Internet-de-Todas-as-Coisas-

Sem Autor (2016), Internet das Coisas tem muitos benefícios mas deve ser usada com algum cuidado,  Online, disponível em 

Sem Autor (2017), Os cuidados que deve ter para navegar em segurança na Internet, Online, disponível em  http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia/recomendacoes/os-cuidados-que-deve-ter-para-navegar-em-seguranca-na-internet


Vasconcelos, Paulo (2016), O surfista e a onda: fraude na internet, Online, disponível em  http://visao.sapo.pt/opiniao/silnciodafraude/2016-11-03-O-surfista-e-a-onda-fraude-na-internet

Trabalho Final - Vídeo

Trabalho sobre o Vídeo Sinopse – Contar a história da vida de Malala, a rapariga que ganhou o prémio Nobel da Paz em 2014 por lutar pel...