terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Reflexão Individual - Catarina Ferreira

Atividade 3 - Reflexão Segurança na Internet

No âmbito da Unidade Curricular de Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação (LPTIC), foi proposta a elaboração de uma reflexão individual sobre questões de segurança, privacidade e fidedignidade suscitadas pelas novas tecnologias de informação e comunicação.
Vivemos numa Era onde as tecnologias têm especial impacto e estamos constantemente rodeados por elas. A internet pode ser uma ferramenta muito útil, proporcionando-nos novas formas de aprendizagem e comunicação. No entanto, pode expor-nos a diversos perigos, uma vez que não garante segurança total. A prova dessa falta de segurança são o cyberbullying, os roubos de identidades, entre outros.
 Mas o pior é que temos práticas pouco cuidadas que fazem com que seja cada um de nós o nosso maior inimigo.” (Vasconcelos, 2016). Nós somos um dos principais perigos para nós próprios, quando navegamos na internet, pois partilhamos informação comprometedora. No caso das redes sociais, procuramos expor-nos de modo a impressionar, mas esquecemo-nos que qualquer um com acesso à internet pode ver o que publicamos. Também ao clicarmos em links sem razão, simplesmente por curiosidade ou porque queremos algo de forma fácil, estamos a expor-nos dando “...origem ao saque de dados e à sangra de privacidade.” (Vasconcelos, 2016).  Ao comprarmos diversos produtos, passagens aéreas, entre outras compras, e ao utilizar o homebanking, estamos a proceder à “...entrega de dados e, consequentemente, a partilha de informação relevante a propósito de cada um.” (Vasconcelos, 2016). Todas estas ações acima referidas têm um custo, sendo esse a insegurança.
Outro grande perigo é chamado a Internet das Coisas (ou Internet de Todas as Coisas, Internet of Things, IoT) que “retrata a proliferação de dispositivos que deixaram de estar mudos a partir do momento em que ganharam conectividade.” (Oliveira, 2016).  Hoje em dia, existem diversos aparelhos, como o frigorifico, a televisão, o ar condicionado, entre outros, capazes de estar permanentemente ligados à internet, tendo assim a capacidade de recolher informação sobre aquilo que os rodeia. Por exemplo, a câmara de um computador ou telemóvel pode estar a captar tudo o que estamos a fazer, inclusive ao realizarmos uma chamada de um telemóvel para outro, um hacker pode controlar e recolher todo o conteúdo da conversa. Assim, segundo o artigo, a “Internet das Coisas tem muitos benefícios, mas deve ser usada com algum cuidado” (2016), pois qualquer dispositivo ligado, controlado por uma aplicação, tem, quase certamente, pelo menos um problema de segurança.
Ao realizarmos pesquisas na internet, temos tendência em escolher os primeiros links que nos são disponibilizados ou até mesmo os que apresentam um titulo mais apelativo. No entanto, devemos ter em atenção se a informação contida nesses links é fiável, isto porque existe uma grande facilidade em partilhar informações online, o que provoca o aumento de noticias e conteúdos falsos.
Por outro lado, existem diversas empresas criadoras de software e hardware que visam a cibersegurança. Os adblockers “são ferramentas criadas acima de tudo para proteger os utilizadores dos anúncios online intrusivos, mas numa análise mais abrangente sempre foram ferramentas para proteger a privacidade daqueles que navegam pela internet.” (Ferreira, 2017). Também a Google, em conjunto com a Deco Proteste, lançou uma iniciativa intitulada NET Viva e Segura, com o objetivo de promover uma maior segurança na Internet e sensibilizar para a importância de proteger a privacidade dos utilizadores na rede.
Por fim, as crianças são as mais desprotegidas em relação aos perigos da internet. A internet é um grande cúmplice da educação, contudo nem sempre estamos cientes dos perigos que se encontram junto dos mais vulneráveis. Assim, enquanto futuras educadoras/professoras é essencial ensinar às crianças como utilizar as vantagens que a Internet tem para dar, mas também como evitar os perigos que podem encontrar.
Referências

https://www.cncs.gov.pt/a-internet-das-coisas-iot-internet-of-things/

Ferreira, Rui da Rocha (2017), COMO OS ADBLOCKERS TÊM EVOLUÍDO POR FORÇA DOS ACONTECIMENTOS, Online, disponível em https://www.futurebehind.com/adblockers-criptojacking-ghostery/

Oliveira, Pedro Miguel (2016), Quem vigia a Internet de Todas as Coisas?. Online, disponível em  http://exameinformatica.sapo.pt/opiniao/2016-11-16-Quem-vigia-a-Internet-de-Todas-as-Coisas-

Sem Autor (2016), Internet das Coisas tem muitos benefícios mas deve ser usada com algum cuidado,  Online, disponível em 

Sem Autor (2017), Os cuidados que deve ter para navegar em segurança na Internet, Online, disponível em  http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia/recomendacoes/os-cuidados-que-deve-ter-para-navegar-em-seguranca-na-internet


Vasconcelos, Paulo (2016), O surfista e a onda: fraude na internet, Online, disponível em  http://visao.sapo.pt/opiniao/silnciodafraude/2016-11-03-O-surfista-e-a-onda-fraude-na-internet

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Reflexão individual - Carla Oliveira

Resultado de imagem para ese ipsReflexão individual sobre questões de segurança, privacidade e fidedignidade suscitadas pelas novas tecnologias de informação e comunicação

No âmbito da Unidade Curricular de Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação, foi proposta uma reflexão individual sobre questões de segurança, privacidade e fidedignidade suscitadas pelas novas tenologias de informação e comunicação. Esta reflexão deve ter como base a apresentação do professor João Torres e na leitura de alguns textos de imprensa.
A internet e as novas tecnologias, atualmente, provam ser ferramentas bastante úteis uma vez que permitem um acesso à informação global, transmitindo o que se passa no mundo em tempo real e a possibilidade de comunicar da mesma forma num curto espaço de tempo. Na Era do mundo digital, cada vez mais, existem novas maneiras de jogar, de aprender, de comunicar, de se exprimir e até novas formas de viajar. Contudo, quanto mais acesso a população tiver a estas novas tecnologias, maior é o perigo a que se sujeitam. É importante perceber que, assim como as novas tecnologias vão evoluindo, os hackers também vão evoluindo as suas formas de ter acesso às nossas informações de modo a prejudicar-nos.
            A internet expõe-nos e nós expomo-nos na internet. Esta controvérsia é justificada pois todas as informações que cada pessoa coloca nas suas redes sociais, ou nos sites em que são pedidos dados pessoais, ficam no grande mundo que é a internet, e qualquer pessoa que tenha algum conhecimento na área da informática consegue aceder a essas informações. As compras que são feitas na internet, e que eu também faço, tornam-se numa forma fácil de colocar as nossas informações e de outras pessoas as obterem. Todavia, e apesar de eu apenas coloca-las em sites considerados fiáveis, tenho consciência que quem quiser, e souber, tem fácil acesso a tudo o que escrevo. “Mas o pior é que temos práticas pouco cuidadas que fazemos com que seja cada um de nós o nosso maior inimigo.” (Vasconcelos, 2016). Para além da informação que colocamos na internet, todos os links em que clicamos, voluntária ou involuntariamente, permite que a internet nos exponha, muitas vezes sem nos darmos conta, isto porque na sua maioria estes sites têm vírus, e só nos apercebemos depois. Grande parte destes links, são criados por grandes imprensas, tais como o Facebook. No texto de Rui Ferreira (2017) o mesmo explica que existe um “confronto entre o Facebook e o adblocker AdblockPlus. Os adblockers são ferramentas criadas para proteger os utilizadores dos anúncios online intrusivos. “Segundo dados da PageFair, 615 milhões de pessoas em todo o mundo utilizam adblockers no computador, no smartphone ou no tablet.” (Ferreira, 2017). Eu própria, como utilizadora da rede social Facebook, já carreguei involuntariamente num link que fez com que eu ficasse a pagar uma mensalidade. Como me apercebi rapidamente da situação, fui diretamente à minha operadora de telemóvel para que eles pudessem cancelar essa mensalidade. O operador afirmou que o link que eu abri era um vírus, o mesmo aparecia na minha página do Facebook. Sempre tive bastante cuidado nos sites e links que abria, e desde que passei por esta situação redobrei a minha atenção. “Há quem queira uma rede pura, livre de anúncios intrusivos e um maior respeito pela privacidade. Há quem viva justamente da publicidade e dos metadados recolhidos através da atividade dos utilizadores nos sites.” (Ferreira, 2017)
            Outro grande perigo das novas tecnologias é a chamada Internet das Coisas. “A Internet das Coisas retrata a proliferação de dispositivos que deixaram de estar mudos a partir do momento em que ganharam conectividade.” (Oliveira, 2016). Atualmente existe um grande perigo relativamente às câmaras ligadas a diversos dispositivos do dia-a-dia de todos, como o computador, o frigorifico, entre outros. Quando têm acesso a estes dispositivos, obtendo as palavras-passe dos mesmos, os hackers podem nos ver e ouvir, e as informações que são retiradas a partir daqui podem ser vendidas nas redes digitais obscuras. Apesar de ter consciência e receio que haja alguém a observar-me através da câmara do meu computador, não tenho o hábito de a tapar. Contudo, este lado obscuro da internet não afeta apenas cidadãos, como também pode afetar organizações, sendo que são reportados vários crimes como roubos de base de dados, acesso ilegítimos a bancos, companhias de seguros e hospitais (Vasconcelos, 2016).
            Com todos estes perigos que enfrentamos diariamente ao utilizarmos a internet e as novas tecnologias, torna-se essencial que as crianças se apercebam desses mesmo perigos o mais cedo possível. Devemos ensinar às crianças formas de evitarem alguns perigos e incentivar a sua atenção na utilização da internet e dos computadores ou tablets. Assim, as crianças devem conseguir distinguir aquilo que está certo e errado na internet. “As melhores práticas parecem ser, para além do bom senso e juízo na utilização da tecnologia, a manutenção dos equipamentos o mais atualizados possível para que as falhas de segurança vão sendo reparadas.” (Vasconcelos, 2016).

Referências:

Ferreira, Rui da Rocha (2017), COMO OS ADBLOCKERS TÊM EVOLUÍDO POR FORÇA DOS ACONTECIMENTOS, Online, disponível em https://www.futurebehind.com/adblockers-criptojacking-ghostery/

Oliveira, Pedro Miguel (2016), Quem vigia a Internet de Todas as Coisas? , Online, disponível em  http://exameinformatica.sapo.pt/opiniao/2016-11-16-Quem-vigia-a-Internet-de-Todas-as-Coisas-


Vasconcelos, Paulo (2016), O surfista e a onda: fraude na internet, Online, disponível em  http://visao.sapo.pt/opiniao/silnciodafraude/2016-11-03-O-surfista-e-a-onda-fraude-na-internet

Carla Oliveira
LEB-A

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

A Maior Flor do Mundo de José Saramago

 Atividades a explorar com a visualização do filme "A Maior Flor do Mundo"de José Saramago 


Aspetos a explorar
Atividades orais
Atividades escritas

Ação
- título do filme
- acontecimentos
- final / continuação da história
Imaginar um final diferente e representá-lo.

Escrever um outro titulo que se adeque ao filme.

Personagens
- principais e secundárias
- retratos
Colocar a turma numa roda, de modo a que possam ter uma conversa. Incentivá-los a que tirem conclusões sobre quem eram as personagens principais e de como estas podiam ser descritas.

Criar uma rima (quadra) para caracterizar as personagens.
Narrador
- identificação
- função
- relação com a história/ as personagens
Uma peça de teatro onde o narrador fosse participante. Não representavam a história toda, só uma parte.
Para que os alunos conheçam os tipos de narrador, é lhes pedido que façam uma pesquisa sobre os mesmos, e que de seguida redigam um parágrafo acerca do tipo de narrador presente neste filme, onde refiram as informações que consideram mais importantes.
Tempo  e espaço
- descrição dos espaços
- marcas de tempo
Discussão em turma de modo a identificarem as marcas do tempo na história, introduzindo assim alguns conceitos como analepses, elipses, prolepses, etc.
No caderno descrever e caracterizar os diversos (numa tabela) espaços por onde a personagem principal passa quando segue o escaravelho.
Linguagem
- verbal e não verbal (gestos, expressões corporais)
Utilizar mimica para representar alguns momentos da história.

Neste filme não existem falas entre as personagens, sendo que apenas se houve o narrador. Assim, elabora um diálogo que podia ocorrer desde que os pais do menino se apercebem da flor até a encontrarem e por sua vez encontrarem também o menino.
Imagem e som
-  aspetos gráficos
- música
- movimento
Discussão em turma sobre as cores utilizadas em certas partes do filme (as flores tão coloridas no condomínio e tudo à volta sem cor).

Em diversos momentos do filme podemos ouvir pequenas melodias e sons, sendo alguns nos fazem lembrar os sons de alguns instrumentos como a flauta, o violino. A atividade consistiria em que num lado da folha estivessem as imagens de certas partes das cenas e do outro lado imagens de instrumentos, o objetivo era ligar a imagem ao som.
Aspetos a explorar noutras áreas (Estudo do Meio, Expressões)
No inicio do filme começamos logo por observar o pai do menino a arrancar uma árvore, por sua vez vimos também a muito construção que está a acontecer naquela zona, podendo ver distintamente numa cena uma zona sem verde onde se encontra a flor e outra onde ainda existem árvores. Deste modo, podemos associar a estes factos dois processos, tais como a deflorestação e a urbanização.
 
Atividade 1 - Comenta a seguinte frase: “Protejam o que protege os outros e a nós.”

Atividade 2 – Utilizando as tecnologias de comunicação elabora um vídeo sobre a importância das florestas.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Atividade com a televisão

Atividade com a televisão

No âmbito da Unidade Curricular de Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação, foi nos proposta a elaboração de um post contendo duas atividades com base numa emissão de televisão à nossa escolha, destacando as potencialidades da mesma para o ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa.  Deste modo, pensámos em duas atividades direcionadas ao 2º Ciclo, mais precisamente ao 5ºano, onde temos o objetivo de trabalhar o texto publicitário como conteúdo programático.
Para estas atividades escolhemos como emissão de televisão diversos anúncios.  Vivemos numa era em que todos os dias somos “bombardeados” com publicidade, assim decidimos que seria um bom tópico para abordar nestas atividades tendo como base o texto publicitário. Por todo o lado existem textos publicitários que tentem levar-nos a adquirir um produto ou a seguir uma ideia, portanto escolhemos quatro anúncios, dois de cada tipo, e que nesses dois um é com voz e outro é sem voz.
O anúncio publicitário institucional com voz, é um anúncio realizado numa campanha de uma companhia de seguros tailandesa TVC Thai Life, o anúncio retrata um homem simples que gosta de ajudar os outros, no entanto por mais que o faça, isso não é suficiente, até que um dia tudo muda e começa a colher o fruto das suas bondades. Este anúncio mostra-nos que temos que dar o exemplo, e que o dinheiro não compra o essencial, neste caso a gentiliza do homem gerou cortesia em tudo o que ajudou. O anúncio publicitário institucional sem voz, é um anúncio feito pela John Lewis uma cadeia de lojas do Reino Unido. Este anúncio é alusivo ano Natal e retrata a história de um menino que tem um pinguim que tem o sonho de ter uma parceira e encontrar o amor, até que no Natal esse sonho é concretizado. O objetivo deste anúncio é mostrar que todos devem ter a oportunidade de ter aquilo que sonham. Passando aos anúncios publicitários comerciais, o anúncio com voz faz publicidade a um tarifário de telemóvel da NOS, sendo feita a referência à quantidade de GB de Youtube oferecidas pelo mesmo. Em relação ao anúncio comercial sem voz faz publicidade a um refrigerante PEPSI, neste anúncio a criança utiliza outra marca concorrente para conseguir chegar à marca que quer (PEPSI), rebaixando a concorrente.
Podemos apontar várias potencialidades dos anúncios e dos textos publicitários para o ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa. Relativamente à gramática, podem ser trabalhados os tempos dos verbos, nomeadamente no imperativo, uma vez que é neste tempo verbal que se deve apresentar, tanto um texto como um anúncio publicitário. Os alunos podem trabalhar os adjetivos, isto porque é esta classe gramatical que deve predominar nos anúncios. A publicidade permite também que os alunos expandam o seu vocabulário, uma vez que são utilizados jogos de palavras e rimas, de forma a tornar o texto/anúncio mais interessante e chamativo. São também trabalhados alguns recursos expressivos, como por exemplo as onomatopeias. Por último, os alunos aprendem a diferença entre uma publicidade comercial e institucional, trabalhando sobre as informações que esta deve apresentar, tais como a imagem, texto linguístico, símbolo da marca ou instituição e slogan. Ao trabalharem e aprenderem estes aspetos, os alunos conseguem identificar uma publicidade, refletindo sobre o que a mesma pretende transmitir.
Para abordar este tema, começávamos por uma atividade oral, na qual mostrávamos vários tipos de vídeos e fotografias, podendo ser ou não textos e anúncios publicitários, e os alunos deveriam discutir entre eles fazendo essa mesma diferenciação. Esta primeira atividade seria a introdução para abordar as características do texto publicitário. Utilizando os recursos evidenciados no início da aula, os alunos deveriam reconhecer os diferentes aspetos que identificam uma publicidade, nomeadamente do texto publicitário, pois é o conteúdo programático a abordar. Após esta aprendizagem e reconhecimento, os alunos voltam a discutir sobre os vídeos e imagens vistos, identificando os que são considerados anúncios ou textos publicitários, e os que não o são. Esta primeira atividade deverá ocupar uma aula inteira, uma vez que é preciso mostrar variadas publicidades, dentro das quais alguns vídeos de vários minutos, assim como se deverá dar o tempo suficiente para que os alunos possam debater sobre o assunto.
Na aula seguinte, dá-se início à segunda atividade. Com base nas aprendizagens adquiridas na aula anterior, é pedido que, em pequenos grupos, os alunos criem um texto publicitário sobre a venda de um produto. Com esta atividade pretende-se que os alunos trabalhem, para além das características do texto, os conteúdos gramaticais, tais como os verbos no imperativo, os adjetivos, recorrendo a jogos de palavras, rimas e recursos expressivos, alargando assim campo lexical.

Acreditamos que estes vídeos possam ser um bom ponto de partida para a realização de atividades abordando o conteúdo programático do 5.º ano de escolaridade, o texto publicitário, pois permite, entre os alunos, uma discussão mais dinâmica sobre o mesmo.

Vídeos utilizados:



Ana Catarina Ferreira 
Carla Oliveira 
LEB-A

Trabalho Final - Vídeo

Trabalho sobre o Vídeo Sinopse – Contar a história da vida de Malala, a rapariga que ganhou o prémio Nobel da Paz em 2014 por lutar pel...